Anestesia sem agulha: uma alternativa eficaz e indolor

09/06/2022

A evolução dos tratamentos permitiu que diversos procedimentos se tornassem mais simples, menos dolorosos e invasivos. O anestésico, até pouco tempo atrás, era aplicado por meio de pomadas (que apresentam eficácia reduzida e superficial) ou com a agulha, que é um dos maiores motivos para o receio que acomete muitas crianças, adolescentes e até mesmo quem já está na fase adulta.

A nova técnica, segura e eficaz, já é oferecida em diversos consultórios e clínicas, com inúmeras vantagens para os pacientes. Quer saber mais sobre essa novidade? Confira!

Para auxiliar aqueles que têm receio de ir ao dentista por ter medo de agulhas ou por ter restrições à aplicação convencional, essa é uma opção extremamente viável e eficiente.

A técnica pode ser utilizada antes de vários tipos de tratamentos odontológicos, como obturações, canal, restaurações e também em cirurgias na boca, como a retirada do siso, por exemplo.

Além de ter sua eficácia comprovada, o método também já foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e é totalmente seguro para o uso em procedimentos odontológicos.

O novo método possui diversas vantagens em relação ao tradicional, além de se tratar de uma aplicação praticamente indolor. Vejamos algumas delas:

  • facilidade na aplicação e assepsia;
  • baixa incidência de efeitos colaterais;
  • distribuição e absorção do anestésico mais rápidas;
  • maior precisão, pois o dentista usa o produto na quantidade exata, apenas na área em que será feito o procedimento;
  • bloqueio da dor mais eficiente;
  • preservação do tecido da gengiva e bochechas;
  • redução da ocorrência de casos de Parestesia - quando a anestesia não passa;
  • dormência do tecido de menor duração, sendo bem recomendada também para procedimentos mais simples, como a extração de dente;
  • a dose de anestésico é pequena, oferecendo o efeito desejado com total segurança;
  • diminuição do risco de infecções - que são raras na anestesia comum, mas podem ocorrer;

a técnica é pouco invasiva, com tecnologia reconhecida e aprovada no Brasil.